terça-feira, 20 de março de 2012

Banheiro da Faculdade (pt.I)


-Meu dono está sempre com vontade de mim, mesmo quando precisa fazer um esforço pra me deixar com vontade dele, sim, tenho o dono perfeito, extremamente preocupado com sua cachorrinha.



     Logo depois do almoço, eu via nitidamente em sua calça que ele estava com outro tipo de fome, minha saia curta esteve provocando-o o dia todo. Estávamos na praça em frente a faculdade, ele encostado na mesa, e eu  de frente, apoiada em seu corpo. Seus braços me envolviam e me apertavam, enquanto puxava meu cabelo e beijava minha boca me provocando passando a língua nos meus lábios, me deixando com vontade de sentir minha língua tocá-la, e quando achava que ele me deixaria sentir sua língua entrar, ele me puxava pelo cabelo me afastando do beijo. Já me sentia molhada, quente, inchada ao ponto de senti-la tocar a parte interna das minhas coxas.
           Pedi, implorei para o dono que me comesse. Entramos na faculdade e fomos direto para o quarto andar, onde geralmente conseguimos um lugar vazio, mas hoje estava cheio de gente, então descemos de escada até o segundo andar, e antes mesmo de chegarmos, lá de pé nos degraus, o dono me fez ter o  primeiro orgasmo do dia, colocando a mão por baixo da minha saia e me tocando por cima da calcinha enquanto beijava meus peitos, apertando e mordendo com força, puxando meus piercings com os dentes, meu dono colocava minha calcinha de lado, deixando-me exposta apertando e colocando seus dedos dentro de mim, movimentando-os constantemente, enquanto eu arranhava sua nuca e suas costas com força, fazendo ele gemer em meu ouvido com a dor e o prazer que estávamos sentindo, e ao percorrer minhas unhas por toda a pele, deixando um caminho de ardor que o fará lembrar desse momento pelo resto do dia, sinto meu corpo começar a contrair, sinto minhas pernas se fechando sozinhas, um tremor invadindo meu corpo e agarro me ainda mais forte nele, que solta um gemido seguido de uma mordida no lábio devido a dor provocada, que aumenta a medida que meu corpo se contrai cada vez mais... até que por fim, meu dono me fez gozar.
      Meu corpo começa então a relaxar, sinto tudo mais macio, respiração ofegante, pernas tremulas, seguro me em meu dono, a medida que desprendo minhas unhas de suas costas e o movimento de seus dedos diminui, encosto minha cabeça em seu peito, quando sinto sua mão subir pelas minhas costas puxando o meu cabelo, fazendo com que eu olhe nos olhos do meu dono, então ele tira de dentro de mim a mão que me tocava, e com seus dedos em minha boca me faz sentir o meu próprio gosto, chupando seus dedos molhados por mim, ele os retira da minha boca e me beija. Ainda com as mãos em meus cabelos, ele me puxa novamente e eu recebo um tapa no rosto,  agradeço meu dono. Ele afaga o meu cabelo, dizendo "boa garota" mimando sua cachorrinha, pega em minha mão e continua descendo as escadas até o segundo andar, que por sorte, estava vazio, fomos entrando no banheiro. Vamos em direção ao banheiro feminino, enquanto sinto ele apertar minha mão controlando o tesão e a vontade de mim, entro primeiro e verifico se o banheiro está vazio... e é totalmente nosso. Aceno para ele com um sinal para que ele possa entrar, ele sem hesitar entra me pegando pela por baixo e com força me erguendo pelas pernas de forma que eu encaixe nele, e então sinto seu pênis me  tocar, rígido e pulsante,  e ainda nessa posição ele me leva até o box do banheiro, numa cabine de deficientes, onde o espaço para brincarmos era maior.
      Assim que ele fecha a porta me coloca no chão e me joga contra a parede, apertando seu corpo contra o meu, me beijando com vontade por todo o pescoço e descendo até meus peitos, onde volta a brincar com meus piercings, em seguida, retorna ao pescoço levando suas mãos até as minhas segurando firme nelas e rapidamente erguendo elas contra a parede, e ainda com as mãos erguidas, meu dono me bate na cara novamente enquanto puxa o meu cabelo, em seguida retira minha camiseta e meu sutiã, me deixando apenas com a saia curta que ainda o provocava. Ele retira sua camisa e me aperta forte contra seu peito, sentimos nossa pele se tocar totalmente, sentimos o calor um do outro enquanto ele me apertava firme e eu o arranhava em suas costas e braços, sinto suas mãos descendo pelas minhas costas e  tirando a minha calcinha e começando a me chupar, sinto sua língua quente e molhada me tocando, sinto um molhar quente que faz a minha perna tremer e eu perder a firmeza no chão, sinto ele me sugar e morder enquanto olha pra mim, apoio minha perna no vaso enquanto ele estica sua língua que entra em mim, me deixando ainda mais molhada, seguro firme em sua nuca apertando minhas unhas em sua pele com força, vejo na cara do meu dono o prazer que ele sente com essa dor, meu corpo então começa a contrair e minhas pernas tremerem, meu dono sentindo isso me apoia sem parar de me chupar, sugando cada vez mais, eu aperto ainda mais forte sua nuca fazendo o gemer de novo, e gozo em sua boca.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Banheiro da Faculdade (pt. II)

Depois deu ter gozado em sua boca, meu dono se levanta e puxa meu cabelo, me da alguns tapas no rosto, me lembro de agradecer o dono por ter me feito gozar, meu dono se aproxima, ainda segurando em meus cabelos, e me beija no rosto onde bateu forte, onde provavelmente ficara vermelho, pois sentia-o arder de tão quente, e fico ainda mais excitada.
Meu dono então começa a tirar minha roupa, deixando me completamente nua, vestindo apenas o meu salto vermelho que o dono tanto gosta, enquanto ele apenas se mantia sem camisa e com o pênis para fora da calça, podendo facilmente apoiar minha perna no vaso e me comer de pé mesmo. Ainda toda molhada por ter gozado e por ainda estar excitada, meu dono me aperta forte contra o corpo dele, sentindo a pele dele me tocar totalmente, quase como se fossemos uma pessoa só, e ainda sinto o apertar firme de suas mãos nas minhas costas, me puxando cada vez pra mais perto, quando começo a sentir seu pênis tocar em mim, enquanto ele se movimentava para frente e para atrás, apenas me deixando sentir ele perto, sem penetrar, só me deixando cada vez mais molhada e quente, com muita vontade de sentir ele inteiro dentro de mim, quando então, ele ergue um pouco mais minha perna, e sinto penetrar devagar e indo cada vez mais fundo, agarro me firme as suas costas e não consigo segurar meu gemido de prazer, que se repete a cada vez que ele entra com mais força em mim.
Ainda não satisfeito, meu dono tira seu pênis de dentro de mim e se senta no vaso, me colocando sentada em cima dele, me fazendo sentir o pênis dele totalmente dentro de mim, enquanto mordia meus piercings e me apertava firme,  me puxou pelo cabelo e disse baixinho em meu ouvido "Dá pra mim com vontade, minha cachorrinha" seguido de um tapinha na cara, e como uma cachorrinha obediente,  fiz o que o dono mandou. Enquanto transávamos no banheiro, ouvíamos o entrar e sair de pessoas, o que me obrigava a segurar meus gemidos, e ao mesmo tempo, o medo me deixava ainda mais excitada, me fazendo gozar molhando todo o colo do meu dono, que  fez limpar toda a "bagunça" com a boca, chupando ele.
Quando meu dono me fez abaixar pra chupá-lo, segurou me pelo cabelo, e começou a se movimentar rápido, como se estivesse me comendo pela boca, me fazendo sentir seu pênis tocar no fundo, me deixando quase sem ar, dando algumas pausas pra que eu pudesse respirar e algumas vezes apanhar no rosto.
Meu dono então me fez deitar no vaso, deixando as pernas pra cima, em direção a parede,  e a cabeça pendurada, meu dono gosta porque assim ele pode ir bem fundo na minha garganta, fazendo eu implorar pra poder respirar, enquanto ele me chupa e me masturba, fazendo com que eu goze de novo. Já sem forças, meu dono me coloca de quatro no vaso, me fazendo empinar o "rabinho" de cachorrinha pra ele, enquanto ele me segura pelo cabelo com uma mão, e com a outra, aperta firme minha cintura, me puxando pra trás enquanto o corpo dele vem com força pra frente, penetrando em mim com violência, me fazendo amar essa dor, enquanto ficava cada vez mais rápido e forte, até meu dono tirar o pênis de dentro de mim e coloca na minha boca, fazendo eu engolir todo o esperma dele enquanto ele acaricia minha cabeça dizendo "Essa é a minha cachorrinha" bem baixinho em meu ouvido.
Colocamos nossas roupas e descanso um pouco no colo do meu dono, enquanto esperamos o barulho do corredor do segundo andar se acalmar, e na primeira oportunidade que temos, saímos disparados, como se nada tivesse acontecido, em direção as escadas, onde sinto minhas pernas fraquejarem, e agradeço meu dono pelas vezes que me fez gozar.